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sábado, 16 de julho de 2016



Quero morrer no interior

Estou descendo a rua. Vou sozinha.
Passos lentos, um olhar melancólico...
Penso em sair para um lugar bucólico,
E por sorte, ter uma casa minha.

Sei que vou partir... louco sentimento!
Não há porque se deixar para trás
Uma vida cheia de amor e paz...!
Mas pessoas morrem todo momento.


Levanto os olhos, abatida e forte,
Já me levam para o lugar da morte...
E torno a dizer: — Sou do interior!

Eu sou talvez alguma borboleta...
Um poeta que veio sem caneta...
Alguém que só nas flores se encontrou...