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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Os bons ventos do sertão

Aqui onde moro é longe do mundo
Mas sempre o vento corre favorável
Entre os galhos içando a voz amável
Colhendo os frutos prontos, num segundo

Os olhos das mocinhas à janela
Tais retratos duma florida tela
Relembram de namoros ao portão
Quando do pai se tinha permissão

O chão, as casas, as pracinhas com flores
Onde os velhos contam de seus amores
Pincelam em mim uma tinta amada

E em meus olhos não caminha mais nada
Já tenho um céu azul um branco luar
E um bem querer no peito para amar

5 comentários:

José disse...

"Aqui onde moro longe de tudo"
sopram forte aqui os ventos
mesmo assim vejo quase tudo
e os teus lindos sonetos

Um beijinho,
José

Samuel disse...

OI MINHA POETISA, COMO É IDÍLCO TAL LUGAR, LUGAR ONDE REPOUSA O SOL, E A LUA ACORDA.
ESSE É MEU LUGAR IDEAL, QUEM SABE AINDA VOU PARAR AÍ...
BJS DE TEU LEITOR, UM ABRAÇO.

Antônio Lídio Gomes disse...

OI MINHA POETISA, COMO É IDÍLCO TAL LUGAR, LUGAR ONDE REPOUSA O SOL, E A LUA ACORDA.
ESSE É MEU LUGAR IDEAL, QUEM SABE AINDA VOU PARAR AÍ...
APAREÇA EM MEU BLOG, ESTOU COM SAUDADES.

BJS DE TEU LEITOR, UM ABRAÇO.

Cadinho RoCo disse...

Que delícia poder sentir lirirmso tão intenso.
Cadinho RoCo

Dalinha Catunda disse...

Olá Teresa,
Lindo seus sonetos, belas imagens e espaço bem convidativo.
Voltarei para me refrescar nos ventos de suas lembranças que batem com as minhas.
Um cheiro,
Dalinha