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domingo, 26 de dezembro de 2010

Assim se passam os dias


Longe bem longe o canto da cigarra
Rondando, anunciando o anoitecer,
Numa lembrança que me traz você
(Ah! Abrias a rua na guitarra!)

A vida é pobre, às vezes triste
Mas numa canção vemo-nos contente
O homem abre o peito, porque entende
Que, no mundo, o amor ainda existe

É tão bonito, meu Deus, este canto
Que abro os olhos no meio da noite
Enquanto a lua e as estrelas dormem

Vejo o frescor do ar e o sinto tanto,
Que celebro da insônia este açoite
Pois se as tristezas vêm, um dia morrem...

4 comentários:

Vieira Calado disse...

Olá, amiga!

Está nos conformes,

o seu soneto!

Gostei!

Bjs

Anne Lieri disse...

Teresa,um soneto primoroso,que toca a alma,emociona!Muito lindo!Bjs,

Vieira Calado disse...

Olá, caríssima!

Hoje é apenas

para desejar-lhe

Bom Ano de 2011!

Bjs

francisco Novo Alaminos disse...

TERESA CRISTINA....Te leo y me dejas sin palabras, es como si estubiera pensando contigo, a tu lado, y ....además me pones esos rostros, que sólo se deciorte: SE FELIZ a pesar (claro) de que nuestro caminar es duro, pero creo que no todo el mundo tiene el DON DE VER BELLEZA EN TODO, GRANDEZA EN TODO, AMOR EN TODO y VIDA EN TODO...Besos